Os benefícios das terapias não convencionais
- Iasmim Santos

- 21 de jan. de 2020
- 2 min de leitura
As terapias através da música, teatro, dança e artes plásticas aceleram o processo em direção à realização pessoal e ao prazer
Matéria e fotos: Iasmim Santos

Terapias são práticas que ajudam a refletir sobre diferentes questões e com isso, a encontrar formas criativas para aliviar incômodos e melhorar o relacionamento consigo mesmo e com os outros. Essas práticas são chamadas alternativas, porque nem sempre têm o que se chama de ‘validação científica’. “As terapias consideradas alternativas não têm a capacidade de substituir a medicina tradicional, porque estas terapias cuidam de outros setores. Elas complementam e são utilizadas como uma medicina vibracional e integrativa”, diz a arteterapeuta Mávis Davis. O terapeuta, salienta Mávis, é o condutor do trabalho, pois “ele domina algumas técnicas que podem ajudar a pessoa a entrar em contato com seus dramas, seus males e curá-los”.
O professor de dança, Itamar Pereira, destaca que esta é uma terapia muito procurada, pois “ela aumenta a nossa serotonina e a autoestima melhora. Com a dança, começamos a nos tocar e a nos perceber”. Renata Santos, estudante de Enfermagem, faz aulas de dança e arteterapia. A estudante diz que escolheu a dança para melhorar o funcionamento do corpo. “Foi uma forma de me exercitar e não ficar sedentária, além de ser também uma diversão”. Sobre as aulas de arteterapia, Renata Santos relata que “as técnicas de arte utilizadas para trabalhar os problemas e a mente como um todo, são bem interessantes. ”

Sobre as terapias mais utilizadas, Mávis Davis diz que existe uma gama de possibilidades. “Além das mais comuns como acupuntura e massagem, temos uma gama muito grande que trabalha com cores, meditação, infiltração de energia através de cristais, terapias das flores, geoterapia, hidroterapia, fitoterapia. A diversidade de hoje é imensa” acrescenta a terapeuta.
Sobre o acesso às terapias, a maioria das cidades já tem e a terapeuta Mávis Davis relata que “as terapias estão muito disseminadas, mesmo cidades do interior do país já têm profissionais capacitados e habilitados a dar o apoio necessário às pessoas que procuram”.

A especialista aponta que “um dos pontos principais dessas práticas terapêuticas, é o fato das pessoas não ficarem dependente da medicação química ou alopática”. Com isso, segundo a especialista Mávis “as pessoas vão sabendo lidar melhor consigo, com sua saúde e automaticamente com os outros também”.




Comentários